Notícias falsas sobre taxa de 1,45% no Pix: entenda a verdadeira proposta

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Na última quinta-feira (27), um boato se espalhou pelas redes sociais, alegando que todas as transferências financeiras realizadas via Pix seriam taxadas em 1,45%. Essa informação causou grande preocupação entre os usuários do sistema de pagamentos instantâneos, gerando confusão e desinformação. Confira como a notícia falsa sobre Pix e cobrança de taxa se espalhou, o que diz a Fake News e o Banco Central do Brasil (BCB) sobre o tema. Continue a leitura!

Pix tem taxa atualmente?

Não. De modo geral, o Pix não possui cobrança de taxa para pessoas físicas. A gratuidade do Pix é um dos principais fatores que contribuíram para sua rápida adoção e sucesso no Brasil. Com milhões de usuários realizando transações diárias, o sistema de pagamentos instantâneos se consolidou como uma alternativa viável aos métodos tradicionais, como TED e DOC, que envolviam custos maiores aos consumidores.

Quem espalhou a fake news?

As fake news sobre a suposta cobrança de taxa no Pix, de 1,45%, foram espalhadas por meio de publicações em redes sociais, acumulando centenas de compartilhamentos em plataformas como Facebook e Twitter. A origem específica dessas fake news ainda não está totalmente clara, mas não é incomum que esse tipo de informações falsas seja propagado por fontes não verificadas.

É importante sempre verificar a fonte das informações e consultar canais oficiais para obter dados precisos e confiáveis.


O que diz a fake news?

As publicações enganosas afirmam que todas as transferências por meio de Pix serão taxadas em 1,45%, uma informação completamente falsa. Essas publicações distorcem um conteúdo verdadeiro publicado no blog do Serasa, datado de 20 de maio, que menciona uma tarifa de 1,45% aplicada exclusivamente a pagamentos feitos por Pessoas Jurídicas (PJ) com conta no banco Itaú.

Vale destacar que o Banco Central nunca anunciou mudanças nas regras de cobrança de taxa no Pix que afetassem todas as transferências. Desde o seu lançamento, a única possibilidade de cobrança de taxas pelo Pix se aplica às PJ e, mesmo assim, a decisão sobre a cobrança é determinada pelas instituições financeiras.

Resolução pretende incluir taxas?

A Resolução nº 19 de 2020 do Banco Central, que regula as cobranças de tarifas do Pix, estabelece claramente as situações nas quais podem ser aplicadas. Transações por canais presenciais ou telefone, mais de 30 transações por mês, recebimento de Pix via QR Code dinâmico ou de Pessoa Jurídica, e contas bancárias de uso comercial estão sujeitos a taxas.

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A decisão de cobrar taxas e as regras específicas de cobrança são definidas por cada instituição financeira, respeitando a regulamentação do BC. As regras de cobrança do Pix são as mesmas desde o seu lançamento em 2020, com taxas aplicáveis em situações específicas, principalmente para pessoas jurídicas.

Estas medidas visam garantir a transparência e a segurança nas transações realizadas por meio do Pix, proporcionando um ambiente confiável para todos os envolvidos.


Perguntas Frequentes:

– O Pix terá uma taxa de 1,45% para todas as transações?
Não, essa informação é falsa. As taxas só se aplicam em casos específicos para pessoas jurídicas, conforme as regras estabelecidas pelo Banco Central.

– Quem está sujeito a pagar taxas no Pix?
Pessoas físicas geralmente não pagam taxas. Pessoas jurídicas podem estar sujeitas a taxas em determinadas condições, como transações por canais presenciais, mais de 30 transações por mês, e recebimentos via QR Code dinâmico ou conta bancária comercial.

– O Banco Central anunciou novas taxas para o Pix?
Não, o Banco Central não anunciou novas taxas desde o lançamento do Pix em 2020.

– Como posso evitar ser enganado por fake news sobre o Pix?
Sempre verifique a fonte das informações e consulte canais oficiais, como o site do Banco Central, para obter informações precisas e atualizadas.

Ao seguir essas orientações, você estará melhor informado sobre o assunto e poderá utilizar o Pix com mais segurança e tranquilidade. Lembre-se sempre de verificar a veracidade das informações antes de compartilhar ou acreditar em boatos que possam gerar desinformação e confusão. A transparência e a honestidade são fundamentais em qualquer transação financeira, e o Pix não foge a essa regra.

Por fim, é essencial manter-se atualizado sobre as políticas e normas do Banco Central relacionadas ao Pix, garantindo assim uma experiência positiva e segura ao utilizar esse sistema de pagamentos instantâneos. Fique atento às notícias oficiais e evite ser influenciado por fake news que possam comprometer sua compreensão correta das informações. Tenha confiança no Pix como uma ferramenta segura e eficiente para realizar suas transações financeiras.